Poucos são os jovens que ainda hoje se preocupam integralmente com os princípios. E quando digo princípio, me refiro ao propriamente dito, e não a um preceito moral que adotamos em nossas vidas. Princípio, como causa primária, como matéria construtiva.
Já é mais do que sabido que para entendermos a atualidade, precisamos entender o começo de tudo. Mas hoje, o que vejo muito são pessoas que criticam, ou glorificam com uma propriedade de origem desconhecida. Como dizer com tanta certeza que Lula não é um bom presidente, sem saber, por exemplo, como as atitudes são tomadas em um governo democrático? Não estou aqui para dizer, se Lula é ou não, um bom presidente, mas sim para despertar certa necessidade em conhecer o principio das coisas.
Ao falar dos princípios, é muito interessante, e quase inevitável, citar alguns filósofos pré-socráticos, como Thales de Mileto, da escola jônica ou Pitágoras, da itálica. Quando nos deparamos com uma citação como: “Eduquem as crianças e não será preciso castigar os homens.”, de Pitágoras de Samos, é quase que instintivo, acharmos que ela é óbvia, ou utópica. Mas cabe refletir que talvez o motivo desse “utopismo embutido”, seja por acharmos-na tão óbvia a ponto de não conseguirmos leva-la tão a sério, nem mesmo em nossas casas.
Acredito que o desprezo pelos princípios, seja uma forma de mascararmos tudo aquilo que é tão óbvio, e ainda assim fazemos errado.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
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2 comentários:
bom!!
bomm demais ro! parabens =D
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